Iniciantes em crochê estão fazendo tapetes artesanais do zero com estas dicas

Aprenda o passo a passo para dominar a agulha e criar peças exclusivas para decorar sua casa ou gerar renda extra

Atualizado em 03/01/2026

Agulha de crochê em ponto
Agulha de crochê em ponto

O crochê moderno consolidou-se como uma tendência de design de interiores que une o rústico ao sofisticado. Para quem inicia no artesanato manual, os tapetes são as peças de entrada ideais devido à espessura dos fios, que facilita a visualização da trama e acelera a finalização de projetos decorativos.

A transição de um hobby para a produção de itens de alto padrão exige precisão na escolha da matéria-prima e o controle da tensão do ponto. Este guia detalha as ferramentas necessárias e as técnicas estruturais para transformar novelos de barbante em peças que agregam valor estético a qualquer ambiente da casa.

Base de um acabamento profissional

A qualidade de um tapete artesanal começa na seleção da numeração do fio. O barbante número 6 ou 8 é o mais indicado para iniciantes, pois oferece a resistência e o peso necessários para que a peça tenha boa aderência ao piso, evitando deslizes e garantindo segurança no uso diário.

Além do fio, a escolha da agulha deve ser compatível com a espessura do material, geralmente variando entre 3,5mm e 4,5mm. Manter uma tesoura de precisão e uma fita métrica à mão é essencial para garantir que o padrão de tamanho seja mantido, especialmente em jogos de banheiro ou passadeiras de cozinha.

Pontos que definem a qualidade

A fundação de qualquer trabalho manual sólido baseia-se em quatro movimentos principais: a correntinha, o ponto baixíssimo, o ponto baixo e o ponto alto. A correntinha funciona como a espinha dorsal da peça, definindo a largura inicial e a flexibilidade do trabalho.

O ponto alto é o elemento mais utilizado em tapetes de barbante, pois preenche a superfície com rapidez e confere uma textura macia ao produto final. A prática repetitiva desses movimentos antes de iniciar o projeto principal evita que as bordas fiquem irregulares ou que a peça apresente ondulações indesejadas.

Qual modelo escolher para começar

Para quem busca segurança técnica nos primeiros projetos, o formato retangular é a escolha lógica. Ele permite o trabalho em carreiras de “ida e volta”, o que facilita o controle visual das laterais e a contagem de pontos, sendo ideal para portas de entrada e beiradas de cama.

Já os modelos redondos exigem o domínio dos aumentos matemáticos, técnica onde pontos adicionais são inseridos para que a peça mantenha a forma plana. Embora demandem maior atenção técnica, esses formatos são altamente valorizados em decorações de salas de estar e quartos infantis pela fluidez que trazem ao layout do cômodo.

Se surpreenda com lindos modelos, gráficos e vídeo Tutorial:

Foto: Pinterest
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Com carinho,
Katia Ribeiro
Criatividade, bem-estar e crochê de luxo

🔒 Crédito: Este artigo foi publicado originalmente por Kátia Ribeiro. Reprodução total ou parcial sem autorização é proibida por lei.